Américo Gegaloto, defendeu a criação de serviços públicos descentralizados; diversificar o apoio a desportos sem ser o futebol; criação de um parque para idosos; criação de um auditório multiusos na Quinta do Conde; criação de actividades ao ar livre; alteração do plano de urbanização da Quinta do Conde; apoiar o movimento associativo; criar novo quartel da GNR, policia Municipal e um Contrato Local de Segurança.
O candidato do PSD disse não querer pegar em promessas dos outros mas sim em diagnósticos seus. Como objectivos o seu programa contempla: uma grande discussão sobre o Plano Urbanização da Quinta do Conde, para saber a opinião dos quintacondenses; criação de uma Policia Municipal na vila para ordenar o transito e estar nas escolas; criar um serviço médico nocturno domiciliário e gratuito para os mais carenciados; e criar um gabinete de apoio ao emprego;
O candidato do CDS diz que só se deve prometer o que se pode cumprir e isso só se sabe quando se chega à câmara. No seu programa contempla: a criação de mais espaços verdes; a recuperação do imobiliário degradado; combate à massificação, pobreza e criminalização; melhores condições para a policia, para garantir uma maior segurança da população; e acabar com a exclusão.
Augusto Duarte diz ser a favor do projecto da Mata de Sesimbra. No seu programa contempla aspectos como: Revisão do Plano da Quinta do Conde; redução das taxas para atrair construtores; criação da zona industrial; criação de sanitários públicos pois “as crianças fazem constantemente strips na relva”; melhorar o mercado da Quinta do Conde; criar canis municipais; remodelar o parque de campismo da Maça e não acabar com ele; aumentar o estacionamento; e sensibilizar para a reciclagem.
Augusto Pólvora diz apostar na educação, garantindo o financiamento de mais 20 salas de primeiro ciclo e seis de jardim-de-infância. A CDU aposta também no desporto com o novo estádio da Quinta do Conde e apoia os jovens, querendo criar na antiga escola do Conde 3 espaços para as associações juvenis. A aposta vai também para a cultura com mais iniciativas no cineteatro, no castelo e na Quinta do Conde. Congratulou-se também com as iniciativas da Câmara sem ajuda do Governo e com a iniciativa de habitação a custos reduzidos para jovens.
Outras questões prenderam-se com a feira festa que continua no mesmo local, com a descentralização de poderes para a Junta de Freguesia, com pedidos de uma passagem pedonal e com o saneamento do Casal do Sapo.
Francisco Luís também defende a descentralização de poderes como forma de solucionar alguns problemas. Sobre a passagem pedonal critica o facto de não ter sido feita aquando da obra da estação de Coina, mas que poderá chegar-se a uma solução com um acordo com a REFER. Sobre o parque industrial o PSD propõe usar o DERRAMA para a sua construção e equipamentos. Sobre o urbanismo volta a frisar que não se pode avançar sem ouvir a população.
O candidato do CDS diz que ninguém pode acusar o partido de não falar em segurança pois esse é o ponto fulcral do programa. Sobre os bombeiros defende a utilização de voluntários pois quanto menos dinheiro se gastar melhor. Para o parque industrial a aposta vai para as PME’s e quanto ao estacionamento de pesados nunca poderia ser feito dentro da vila, pelo que as empresas deveriam obrigar os seus trabalhadores a deixar os camiões nos estaleiros e a irem no transporte pessoal para casa.
Augusto Duarte diz que ao falarem de segurança parece que a vila é alguma vila de loucos. Sobre as piscinas, foram esquecidas e os projectos ficaram todos em terra. O parque industrial é necessário, e tem de se negociar com os proprietários dos terrenos. Sobre a má pavimentação o problema é da governação PS. Sobre o orçamento do MSC disse que o morador nada tinha a ver com isso.
Carlos Macedo começou por dizer que se os cabeça de lista querem fazer perguntas aos seus candidatos que façam em sede própria não é para irem para um debate com perguntas que façam brilhar os seus candidatos. Sobre a segurança mais uma vez atribui às decisões tomadas no desenvolvimento da urbanização da vila. Quanto aos bombeiros defende que quantos mais melhor e as piscinas têm de ser municipais e onde fazem falta. Sobre o parque industrial concorda com os outros candidatos e quant
Augusto Pólvora diz que as pessoas se esquecem do que foi feito em anteriores mandatos. Concorda com a delegação de competências e quanto à segurança pensa que não está assim tão mal. Sobre um Contrato Local de Segurança diz que não iria resultar e quando ao plano turístico concorda que a vila não tem as mesmas condições que Sesimbra e por isso tem se explorar outras áreas como a cultura. Sobre o Plano Pormenor diz ser aquele que acharam melhor. Sobre piscinas da ADQC disse que o projecto nunca foi aprovado e que o financiamento também não. Neste momento o projecto já conseguiu aprovação mas não há verbas para o fazer. Quanto à feira festa terá de ser colocada em espaço próprio, por exemplo um pavilhão multiusos e deixou a pergunta no ar: estacionamento para pesados, onde?
No final todos os candidatos fizeram as despedidas da praxe e apelaram ao voto e à não abstenção.