Seixal e arredores tornaram-se a menina dos olhos dos amantes da percussão e o melhor está ainda para vir! O Festival Portugal A Rufar já iniciou e para além de tocadores de bidons vai acolher um desfile com 1600 tocadores de Bombo vindos de todo o país. Porquê? Porque “o Bombo não se cansa”, claro está…A organização é do Tocá Rufar, um projecto artístico de Rui Júnior, considerado o melhor percussionista português, que ao ser convidado para representar o Bombo na Expo ’98 apresentou a contraproposta de formar uma orquestra nacional.
O grupo começou por ser constituído por cerca de 300 alunos das escolas de Loures e Seixal. Volvidos 13 anos de batucada, já formaram mais de 8 mil alunos e têm perto de 40 escolas feitas à sua semelhança. Palavra puxa palavra, hoje assumem-se pioneiros “num movimento de dezenas de milhar de pessoas a tocar um instrumento tradicional que é o Bombo”, explicou o artista ao Nova Morada.
Numa época em que a recessão tende a deixar a Cultura de lado, é com agrado que Rui Júnior apresenta o seu quinto Festival com um programa com tanta ou maior amplitude do que vinha acontecendo até à data. Atento aos sinais de uma crise anunciada, foi em Junho de 2008, após término da quarta edição do Portugal a Rufar, que os organizadores se aperceberam estar a caminho de piores dias, “muitas coisas se alteraram, em especial a nível financeiro e tivémos de tomar medidas imediatas para uma árdua caminhada”. Reportagem e entrevista na proxima edição NM.
O grupo começou por ser constituído por cerca de 300 alunos das escolas de Loures e Seixal. Volvidos 13 anos de batucada, já formaram mais de 8 mil alunos e têm perto de 40 escolas feitas à sua semelhança. Palavra puxa palavra, hoje assumem-se pioneiros “num movimento de dezenas de milhar de pessoas a tocar um instrumento tradicional que é o Bombo”, explicou o artista ao Nova Morada.
Numa época em que a recessão tende a deixar a Cultura de lado, é com agrado que Rui Júnior apresenta o seu quinto Festival com um programa com tanta ou maior amplitude do que vinha acontecendo até à data. Atento aos sinais de uma crise anunciada, foi em Junho de 2008, após término da quarta edição do Portugal a Rufar, que os organizadores se aperceberam estar a caminho de piores dias, “muitas coisas se alteraram, em especial a nível financeiro e tivémos de tomar medidas imediatas para uma árdua caminhada”. Reportagem e entrevista na proxima edição NM.